quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Terça-Feira 17/02/2009 - Mariza e Úrsula

Didática e prática de ensino de História I
Resumo:
* Não separar investigação e debate sobre o ensino.
* Universidades X Editoras e escolas.
A professora nos traz um exemplo vivenciado por ela quando ministrou aulas no Ensino Fundamental I.
Segundo ela essa especialidade de Ensino destina-se mais a pedagogos.Ela no 3° ano encontra em sua sala de aula um livro com informações inveridicas. Como se portar diante daquele caso?
Foi até a coordenadora e falou sobre o ocorrido. Complemeta: - É dificil de se dá com esses problemas, já que os alunos tem os seus livros como uma "bíblia".
Periodo Pós-64
*A maior questão é a profissionalização- englobando Segurança Nacional e Desenvolvimento Econômico. A diminuição dos investimentos no setor educacional (10,6% em 1965 para 4,3% em 1975 e 5,5 % até 1983) desobrigação do Estado (Brasil) com o funcionamento do Ensino, principalmente nos níveis Médio e Superior.
*Crescimento da rede de ensino privada, especialmente no nível superior
*No Ensino Médio ocorreu a mesma tendência: 41% de matriculas em 1982 em cursos preparatórios para universidades e cursos profissionalizantes, sobretudo no turno noturno.
nEm 1983, o Congresso Nacional aprovou emenda constitucional obrigando a União a aplicar, no mínimo, 12% da receita de impostos no ensino e os estados e municípios, 25%.
Constituição de 1988 ( Carta Magna em Vigor)

*Reconhecida a necessidade de aumento do percentual de verbas para Educação
*Art 212 estabelece que a União aplicará nunca menos de 18% e mantêm o percentual para estados e municípios
*Art 213 assegura a aplicação dos recursos públicos nas escolas públicas, comunitárias, confessionais e filantrópicas (comprovada a finalidade não lucrativa).
Reforma Universitária de 1968
*Duplo foco de análise: instrumento de desenvolvimento e processo social, atendendo demandas sociais por cursos superiores de graduação e pós-graduação; objetivo desmobilizador, pois atacava duramente a organização do movimento estudantil, autonomia universitária e a possibilidade de contestação e crítica no interior das instituições de ensino superior.
Medidas da reforma

*Departamentalização;
*Matrícula por disciplina;
*Unificação dos vestibulares (passam a ser classificatórios);
*Fragmentação dos cursos;
*Controle ideológico e administrativo dos professores;
*Modelo administrativo empresarial das faculdades representa o ajustamento da universidade brasileira à ordem política e econômica global.
Reforma do ensino de 1º e 2º graus

*Reforma ocorrida em 1971 durante o governo Médici tendo como base a reforma universitária.
*Mudanças: associação do período de escolaridade obrigatória, prevista na Constituição Federal (7 a 14 anos), ao que passa a denominar-se como 1º grau (1ª a 8ª séries; o ensino de 2º grau volta-se para a habilitação profissional dos alunos.
Ensino de 2º grau

*Torna-se compulsória a profissionalização técnica em nível médio, praticamente eliminando dos currículos de 2º grau a parte de formação geral, especialmente a da área de ciências humanas
*Resistências e alteração do projeto (p. 17)
*Em 1982 ocorreu a alteração da lei pelo MEC
Lei 7044
*Ampliação do número de matrículas
*O acesso ao saber foi ampliado?
*Preparação para o trabalho = formação específica?
*Evasão e repetência continuaram
*Elitismo permaneceu
*Por que negar uma formação geral ao educando?
*Resposta está nos propósitos do poder, no ideal do Conselho de Segurança Nacional, que agia no sentido de controlar e reprimir as opiniões e o pensamento dos cidadãos, de forma a eliminar toda e qualquer possibilidade de resistência ao regime autoritário (p.18)
*Em 1982 acaba a predominância da formação específica sobre a geral, a revalorização das disciplinas que tinham sido praticamente banidas dos currículos (História e Geografia, por exemplo).
*Mudanças (p. 18)
Continua na Próxima Aula...

Circe Bittencourt

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